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O venezuelano Guerra foi escolhido para dar a ultima coletiva antes do confronto contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira, no Allianz Parque, pela Copa do Brasil. Aos 31 anos, o jogador não escondeu a felicidade com a adaptação ao futebol brasileiro e o carinho da torcida.

“Agradeço aos meus companheiros, ao Cuca, à comissão técnica, à diretoria e à torcida pela confiança. Eu me sinto com muita confiança e penso somente em trabalhar. Agradeço aos meus companheiros porque no jogo são 11 contra 11, não posso fazer nada se eles não estão. Eu dependo dos meus companheiros, dependo deles para fazer o meu trabalho. Espero que continuemos fazendo um bom trabalho e vencendo jogos”, declarou o camisa 18.

“A adaptação não foi rápida, muito menos fácil. Penso que toda mudança tem o seu processo, eu trabalho para estar preparado na hora de jogar. Eu senti dificuldade no começo, durante o Campeonato Paulista. Agora sinto muita confiança, os meus companheiros entendem melhor o meu futebol e a comissão técnica nos prepara para as partidas”, contou.

Chegada de Cuca e liberdade no meio

O meia do Palmeiras também deixou clara a relevância de Cuca na sua evolução dentro de campo. “Eu me sinto melhor jogando solto, e o Cuca utiliza este esquema. No ano passado foi assim no Atlético Nacional (da Colômbia) e fui bem. O Cuca me fala para jogar livre, do jeito que eu sei. É algo que eu assimilei bem e me deu muita confiança. Eu me sinto confiante e bastante seguro do que estou fazendo”, afirmou o meia.

“Sempre quero mais. O que passou já ficou para a história, agora temos de nos preparar para amanhã (quarta), contra o Cruzeiro (pela Copa do Brasil). Cada jogo é um teste. Se você jogar mal, as pessoas verão somente a partida que você foi mal porque foi a última. Eu sempre quero mais, essa é a minha filosofia. Sempre quero dar mais e penso que posso fazer isso”, declarou.

Meme de gala e o apoio incondicional dos palmeirenses

Por fim, Guerra brincou ao falar sobre uma montagem jogando futebol de terno e exaltou a torcida alviverde. “Eles estão gostando do meu trabalho, e isso me faz seguir dando o máximo em cada partida. Quando as coisas vão bem, tem de trabalhar ainda mais porque a exigência será em dobro. Tenho de seguir trabalhando mais forte para continuar dando alegria à torcida. É bonito ver isso”, concluiu.