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Galiotte

Na semana decisiva do Campeonato Brasileiro de 2017, o Palmeiras viu o que os “erros de arbitragem” podem trazer para uma equipe. Na partida contra o Cruzeiro, no Allianz Parque, o terceiro gol de Miguel Borja, totalmente legitimo, foi anulado de forma bizarra. O empate ceifou as chances de colar na gambazada.

No clássico em Itaquera? Um gol impedido e um atleta que retorna sem autorização a campo, já amarelado, que deveria ter sido expulso. Três lances que a tecnologia poderia ter interferido e mudado os rumos do Campeonato Brasileiro no ano passado. Medida apoiada pelo presidente Mauricio Galiotte, mas que foi voto vencido nesta temporada.

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Galiotte condena impedimento a evolução do esporte nacional

A decisão foi tomada em um encontro dos 20 clubes que disputam a Série A, na sede da CBF. Ao todo, 12 clubes (Corinthians, Santos, América-MG, Cruzeiro, Atlético-MG, Atlético-PR, Paraná, Vasco, Fluminense, Sport, Vitória e Ceará) votaram contra o uso nesta competição, enquanto sete (Flamengo, Botafogo, Bahia, Chapecoense, Palmeiras, Grêmio e Internacional) se mostraram favoráveis. O São Paulo se absteve.

“O Palmeiras lamenta que os clubes tenham optado por não adotar o uso do árbitro de vídeo no Brasileiro. A decisão tomada foi de maneira democrática e o Palmeiras irá respeitá-la, mas reforça sua postura de ser favorável a toda medida que sirva para diminuir a margem de erro durante uma partida de futebol. A tecnologia no esporte não pode ser ignorada e agregaria muito valor ao espetáculo”, declarou Galiotte.

Entre os clubes que negaram o avanço, duas justificativas foram usadas: o alto custo de um milhão de reais por clube até o fim do ano e a utilização somente no 2º turno do Brasileiro. A Copa do Brasil terá uso de vídeo nas quartas de final.

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