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Tanto e tantos já falaram sobre Jorgito Valdivia nos últimos dias, que tocar novamente no assunto pode representar uma afronta ao palmeirense ou um fio de esperança aqueles que ainda desejam contar com o atleta.

Valdivia quase foi vendido no ano passado. Sumiu para passar férias na Disney. Reapareceu e ajudou a salvar o pouco de dignidade que ainda restava ao Centenário Alviverde. O Palmeiras não caiu com Valdivia em campo. Mas, o capitão que confortou os garotos que deram a vida em campo, não voltou das férias em 2015.

Com exceção de alguns lampejos, não houve magia chilena em campo, pelo menos, não nos campos brasileiros. Valdivia parece ter guardado toda sua disposição, vontade e habilidade para defender a sua adorada Seleção Chilena e foi endeusado mundo a fora. Um verdadeiro camisa 10. Um sobrevivente do futebol moderno. Não faltaram manchetes internacionais rasgando elogios ao camisa 10 do Chile. Mas, e o camisa 10 do Palmeiras?

A assessoria do Palmeiras foi breve em seu comunicado:

“Campeão da Copa América pelo Chile, o meia Valdivia se reapresentou nesta terça. O jogador correu em torno do gramado e trabalhou a forma física”.

O contrato de Valdivia se encerra no dia 17 de agosto, mas, todos já sabem que está acertado com o futebol árabe. Seu pai afirmou que o atleta precisa de uma “liga mais leve, sem tantas cobranças e com menos jogos”. O mundo parece ter voltado a acreditar no Mago, mas, o palmeirense parece não acreditar mais em seus ‘truques’. E agora, Valdivia?