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Nos ombros de Fernando Prass, o garoto que vestia a camisa 33 alviverde fez um pedido ao Allianz Parque lotado: “Como Marcos falou: não se esqueçam de mim, porque eu nunca vou esquecer vocês”. O grande nome do time que acabou com um jejum de 22 anos da torcida alviverde.

Aos 19 anos, Gabriel Jesus nem havia nascido quando o Palmeiras faturou o bicampeonato seguido em 1994. Mais de duas décadas depois, o camisa 33 teve 24 meses para gravar seu nome na história recente do Verdão e ficar marcado como a principal revelação da base palestrina neste século.

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Renovação polêmica e ascensão relâmpago ao elenco profissional

Em 2014, a torcida se animou com os vídeos de um tal Gabriel Fernando que marcava gol atrás de gol no Sub-17. O argentino Ricardo Gareca observou o garoto de perto e lhe chamou para uma partida da Copa do Brasil. Ele não entrou, mas não sairia mais das vistas dos palmeirenses.

O passo seguinte foi acertar a renovação complicada com o garoto, passando por sua promoção a categoria Sub-20 para disputar a Copa São Paulo. Titular, ele marcou 5 gols e subiu diretamente para o plantel profissional. Seguindo as dicas do treinador Osvaldo de Oliveira, Gabriel Jesus ficava horas fazendo treinamentos de fundamentos e esperava uma chance de se firmar como titular incontestável.

Relembre a renovação de Gabriel Jesus com Verdão

Primeiro gol e o primeiro espetáculo

Entrando aos poucos, Gabriel Jesus marcou na partida de volta contra o Asa de Arapiraca, pela Copa do Brasil, assegurando a classificação da equipe na Copa do Brasil. Pela 1ª vez, Jesus chorou ao balançar as redes como profissional.

Pelos cantos, ele buscava a chance de ser uma opção para o Verdão. No entanto, aquela partida no Mineirão mostrou que ele poderia ser muito mais. Gabriel Jesus poderia ser o fator de desequilíbrio do Palmeiras. Ele desequilibrou, gingou e deixou o goleiro Fabio estatelado no chão antes de mandar a bola para as redes.

Reveja a atuação de gala de Gabriel Jesus

2016: o ano de Gabriel Jesus nas Seleções

O ano de 2016 começou com Gabriel Jesus como uma realidade. Após receber o prêmio de Revelação do Brasileirão 2015, ele era um dos destaques do Palmeiras e da Seleção Olímpica, que faturou o ouro olímpico. Mas, algo ainda não estava no lugar.

Ele não estava no local ideal dentro de campo. Cuca posicionou Jesus como centroavante e homem-gol do Palmeiras. No Palmeiras, a camisa 33. Na seleção, a principal, a camisa 9. Sem chance para ser contestado, Jesus entrou no radar de Tite para não sair mais do time brasileiro.

No entanto, o garoto também estaria com os dias contados no Allianz Parque. Vendido no meio do ano para Manchester City, Jesus fez questão de ficar para ser campeão brasileiro com o Palmeiras, ser eleito o Melhor Jogador do Brasileirão 2016 e pedir para não ser esquecido pela torcida palestrina. Volte sempre (como ele tem voltado em 2017), Gabriel! A casa é sua!

Relembre o último jogo de Gabriel Jesus

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