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O nome é inspirado no holandês Johan Cruijff, craque nas décadas de 60 e 70. Natural de Chapecó-SC, o meia passou por diversos clubes na base antes de voltar ao time da sua cidade natal, quando começou a chamar a atenção em 2013.

Hyoran era peça de destaque no time competitivo montado por Caio Jr em 2016. Mas, o seu futuro já estava encaminhado com outra camisa verde. Antes do fatídico dia 29 de novembro, o Palmeiras já havia adquirido o seu passe na maior transferência da história da Chapecoense.

Em função de uma lesão no joelho, o atleta não estava no vôo que nunca chegou a Medelín, na Colômbia. Pela lesão no joelho, ele pode seguir a vida em outro clube, precisou esperar até reunir condições físicas para estrear oficialmente com a camisa palmeirense.

De mero reserva para solução?

Com apenas um jogo sob o comando de Eduardo Baptista, Hyoran voltou a campo somente na 2ª rodada do Brasileirão contra a sua antiga equipe, na sua cidade natal. O que poderia mudar para tirá-lo da posição de coadjuvante?

Nos últimos dias, Cuca tem ressaltado o desempenho do jovem meia conhecido pelo passe preciso e o estilo de jogo refinado. Nas suas duas últimas entrevistas, o treinador fez questão de apontar Hyoran como alternativa para sua equipe, sobretudo, nesta sexta-feira.

“O Hyoran também é uma boa opção. Ele tem treinado forte, está indo muito bem. Pode se ajustar no meio também”, frisou Cuca ao ser questionado se Raphael Veiga e Michel Bastos eram suas únicas alternativas para o lugar do venezuelano Guerra, lesionado.

Com contrato até 2020, Hyoran deve ter mais oportunidades com a camisa do Verdão e pode voltar a apresentar o alto nível de suas apresentações pela Chapecoense em breve.

Reveja lances de Hyoran pela Chapecoense

  • Gerson Cesar Tognon

    E o Vitinho que era tido como grande promessa da base? Sumiu e ninguém viu?