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Palmeiras

O Palmeiras fechou as contas de 2017 com receita recorde: R$ 531.112.060,65. O superávit, que é a diferença entre receitas e despesas, ficou em R$ 57.023.290,30. Vale destacar que a quantia referente a venda de Mina ao Barcelona, em torno de 10 milhões de euros, não entrou nesse saldo, pois a negociação foi encerrada neste ano.

Em 2016, outro ano de recordes nos resultados financeiros do clube, as receitas ficaram abaixo dos R$ 500 milhões, mas o superávit foi maior: cerca de R$ 89 milhões, turbinado principalmente pela venda de Gabriel Jesus ao Manchester City (ING).

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Palmeiras equilibra contas para se manter no topo

O débito com Paulo Nobre, que já foi de R$ 146 milhões, agora está em aproximadamente R$ 22 milhões. A ideia é quitar este valor já no primeiro semestre. Esse montante não inclui a quantia investida diretamente na contratação de jogadores, casos de Mina e Róger Guedes. Por estes dois, o ex-presidente tem cerca de R$ 17 milhões a receber (incluindo juros).

Boa parte desta dívida será paga quando o dinheiro da venda de Mina cair nos cofres do Verdão. Tobio, Allione e Mouche, jogadores que estão emprestados, também foram bancados por Nobre. No caso dos três, uma empresa ligada ao ex-mandatário é dona dos direitos dos atletas e ele receberá o dinheiro de volta quando (e se) os atletas forem vendidos.

Vale destacar que o Palmeiras tem dividas de impostos, mas que estão todas equacionadas nos programas Refis e Timemamia. Por isso, o Verdão foi o único a não aderir ao Profut para quitar as dividas com o Governo. Assim, o clube se prepara para se manter no topo por muitos anos, sem depender de patrocínios ou cota de TV.

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